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Bombeiros de Vidago, reúnem em Assembleia Geral no salão nobre das suas
instalações, para apresentar as contas relativas ao ano de 2010.
A
Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vidago encerrou o
ano de 2010 com um saldo positivo. Segundo Francisco Oliveira presidente
da Direção, os resultados que foram apresentados, na última sexta-feira,
dia 25 de Março, em Assembleia Geral aos associados, deve-se à gestão
rigorosa e criteriosa realizada pelos órgãos diretivos da associação.
O
Relatório de contas e de atividades, da Associação Humanitária dos
Bombeiros Voluntários das Vidago, foram assim aprovados por unanimidade
pelos sócios presentes na assembleia-geral, que voltou a registar uma
fraca afluência e que foi mais uma vez criticada pelo presidente da mesa
da Assembleia Geral, Fernando Alves Carvalho ao afirmar que é pena que
as pessoas, nesta fase tão complicada, se alheiem na discussão e dos
problemas que afligem os Bombeiros.
A
direção, presidida por Francisco Oliveira, distribuiu pelos presentes um
documento de tal forma esclarecedor que dispensou qualquer discussão. Em
verdade, uma consulta atenta, aos documentos é suficiente para entender
que a transparência, a clareza e a seriedade “moram” nesta casa.
E o pormenor foi de tal forma tomado em atenção, na elaboração do
relatório, que a verdade, sobressai e os associados, presentes, ficaram
esclarecidos e sem dúvidas.
Este responsável pela associação reiterou no entanto a sua preocupação
para com o despacho que impõe restrições ao transporte de doentes não
urgentes e adverte para o facto de esta situação estar já a obrigar
muitas associações a tomar medidas drásticas ao nível dos seus quadros
com o despedimento de alguns dos seus assalariados. O que não é para já
(felizmente) não é o caso dos Bombeiros de Vidago.
Os
Bombeiros de Vidago lamentam mais um ano, que independente dos vários
apelos a todas as Instituições públicas e privadas, não conseguirem
concluir o alargamento do quartel que já se arrasta á alguns anos.
Lamentam mas, não foi por falta de persistência da nossa parte,
insistimos pessoalmente várias vezes com o Governador Civil, Camara
Municipal de Chaves e com várias entidades Civis que se tinham disposto
a ajudar mas, á ultima hora, talvez fruto da crise em que vivemos, todas
as promessas feitas não foram cumpridas e assim, o nosso sonho em
concluir as obras ficará mais uma vez adiado.
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