a

Vidago,       

 

    Av. Conde de Caria nº2        5425-307 Vidago                                                                                                               

 
  Telefone: 276 907 122  Fax: 176 907 613
 
 
 

15 de Setembro de 1967

 
   E-mail

   b.v.vidago@sapo.pt

 
 

 

   Bem-vindos
   História
   Órgãos Sociais
   Estatutos
   Faça-se Sócio
   
   Corpo de Bombeiros
   Viaturas
   Instalações
   Área de Intervenção
   
  Galeria de Imagens
  Conselhos Úteis
   

   Vidago F.C.
   Vila de Vidago
   Casa de Cultura
   Clube Golf  Vidago
   Meu Vidago Blog
   
   Páginas Amigas
   

   

 

 
 
Noticias
 
Inicio
 

Durante toda a tarde, foi um corrupio de ambulâncias da escola EB 2,3 de Vidago para o Hospital de Chaves...

 

Queixavam-se de um mau estar geral, nomeadamente dores abdominais, de cabeça, barriga e vómitos.

Foram estas as razões iniciais que, ao princípio da tarde do dia 20 e 21 levaram para o Hospital de Chaves cinquenta alunos da escola EB 2,3 de Vidago. O motivo desta sintomatologia não está, completamente esclarecido, muito embora numa primeira fase, se tenha apontado para uma intoxicação alimentar referiu o presidente do agrupamento de escolas de Vidago

Os primeiros sintomas nos alunos daquela escola terão acontecido ao princípio da tarde do dia 20, e depressa a escola verificou que eram vários os alunos que começavam a queixar-se dos mesmos sintomas, mau estar geral, dores abdominais, dores de cabeça e barriga, vómitos e temperaturas elevadas. Dado o alerta e recorrendo aos meios de socorro disponíveis, e dado o número elevado de alunos afectados os Bombeiros de Vidago, de imediato deslocaram para a escola todas as ambulâncias bem como outras viaturas de apoio disponíveis e iniciaram uma operação que durou toda a tarde. Numa primeira instância foi montado um posto de triagem coordenado pelo comandante Fernando Cadete. Foi um corrupio de ambulâncias da escola para o Hospital de Chaves.

Considerou-se em primeira hipótese que este «surto» de mal-estar estivesse ligado ou associado a algum tipo de alimento consumido pelos alunos na hora do almoço mas esta hipótese foi há posterior descartada já que alguns dos alunos afectados não terão almoçado na escola.

Todos os 50 alunos afectados foram conduzidos para as Urgências do Hospital de Chaves, e muitos deles, depois de medicados, acabaram por regressar a casa com a situação estabilizada, muito embora houvesse situações em que tiveram que permanecer no Hospital Chaves.

A origem deste mal-estar ainda é desconhecida.

Não se atrevendo a avançar com causas possíveis desta reacção, o delegado de Saúde de Chaves, disse que estão à "espera do diagnóstico do hospital e das análises efectuadas a alguns alimentos e às águas da rede pública, cujos resultados deverão ser conhecidos segunda-feira".

 

   

Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vidago